quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

(HOLOCAUSTO) O silêncio do Ocidente o acusa de omissão, diante dos crimes de ISRAEL!

[HOLOCAUSTO]O que o Nazismo fez, baseado em ideais de segregação e superioridade racial, visando o extermínio de um povo(i.e., os judeus), o Sionismo faz hj em dia visando o extermínio de outro povo(i.e., os palestinos)…
A diferença é que, enquanto no caso dos alemães felizmente as atrocidades e horrores cometidos pelos monstros nazistas foram combatidas e encerradas, hj em dia o Sionismo age com a complacência da comunidade internacional, e pisoteia, escarra, urina e defeca em cima de resoluções da ONU…Imagens valem mais do que palavras… Então, vamos às imagens…
AS IMAGENS FALAM POR SI SÓ! SERÁ QUE O NAZI-FASCISMO REENCARNOU NOS ISRAELENSES???

domingo, 24 de janeiro de 2010

(DIRETO DO HAITI) Mortos por terremoto no Haiti ultrapassam 150 mil



Mais de 150 mil pessoas já foram enterradas em Porto Príncipe, capital do Haiti, após o terremoto que atingiu o país no último dia 12, afirmou neste domingo (24) a ministra da Comunicação do Haiti, Marie Laurence Jocelyn Lassegue, citada pelo jornal americano The New York Times. Marie acrescentou que pelo menos 200 mil pessoas estão desabrigadas na capital e que mais de 250 mil moradores de Porto Príncipe se mudaram para outras províncias do Haiti. A ministra haitiana ressaltou que os 150 mil mortos incluem apenas aqueles que foram enterrados pelo governo, não levando em conta as pessoas sepultadas ou queimadas pelos próprios familiares. O número também não leva em conta os mortos de outras cidades do Haiti, como Jacmel, onde milhares de pessoas possivelmente morreram. Neste sábado (23), Marie Laurence já havia alertado que o número de vítimas fatais do terremoto possivelmente chegaria aos 150 mil antes do fim do domingo. Os corpos estão sendo retirados por caminhões do governo e levados para uma vala comum no norte de Porto Príncipe. A contagem de mortos é baseada principalmente nesse enterro coletivo realizado pelas autoridades haitianas. Por isso, as estatísticas oficiais ainda são pouco confiáveis e o número exato de vítimas dificilmente chegará a ser conhecido. Ainda assim, o governo do Haiti e as autoridades internacionais temem que o total de mortos em virtude do terremoto possa ultrapassar os 200 mil.
Países se reunirão no Canadá Nesta segunda-feira (25), representantes de vários países, entre eles Brasil, Estados Unidos e França, participarão de uma reunião de emergência em Montreal, no Canadá, para preparar uma conferência internacional sobre a reconstrução do Haiti. A coordenação dos esforços internacionais para recuperar o país, onde 200 mil feridos e pelo menos um milhão de desabrigados dependem totalmente da ajuda humanitária internacional para sobreviver, é de crucial importância, já que a infraestrutura estatal haitiana, que já era precária antes do sismo, foi destruída. Estarão presentes à reunião a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, e o chefe da diplomacia francesa, Bernard Kouchner. A chefe da diplomacia canadense, Lawrence Cannon, presidirá o encontro.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

(TRAGÉDIA NO HAITI) Mundo oferece ajuda, enquanto equipes de resgate correm contra o tempo

PORTO PRÍNCIPE - Milhares de pessoas seguem ao relento em Porto Príncipe enquanto equipes de resgate de várias partes do mundo e aviões carregados de suprimentos começam a chegar lentamente ao Haiti em uma luta contra o tempo para encontrar sobreviventes do terremoto que atingiu o país na terça-feira (12). O tremor, de 7 graus na escala Ritcher, foi o pior a atingir o país em 200 anos.
Veja fotos da destruição após terremoto no Haiti

Visivelmente comovido com a tragédia, o presidente dos Estados Unidos,Barack Obama anunciou nesta quinta-feira uma ajuda inicial de US$ 100 milhões para o Haiti e ordenou que seu governo coloque no topo da agenda a ajuda a esse país.
Também nesta quinta-feira, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, anunciou que a instituição oferecerá US$ 100 milhões "de forma imediata" ao Haiti para se recuperar do terremoto da terça-feira.
AFP
Haitianos ao relento em Porto Príncipe
Sem um número definido de mortos e desaparecidos, as equipes de resgate enfrentam dificuldades para a organização e a locomoção pelas cidades haitianas por causa do estado das ruas e estradas após o terremoto.
Ainda não havia sinais de operações de resgate organizadas para as vítimas sob os escombros, e os médicos no Haiti, o país mais pobre do Ocidente, estavam mal equipados para tratar os feridos. Muitos haitianos remover com as próprias mãos pedaços de concreto, buscando libertar os que foram enterrados vivos. Um estoniano de 35 anos, Tarmo Joveer, foi libertado dos escombros de um prédio das Nações Unidas nesta quinta-feira.A Organização das Nações Unidas (ONU) confirmou nesta quinta-feira a morte de pelo menos 36 funcionários após o desabamento da sede da entidade no Haiti e de outros prédios no tremor.
Entre os mortos estão quatro policiais da ONU, 13 funcionários civis e 19 militares, disse o alto representante da ONU David Wimhurst. O Exército brasileiro informou que 14 soldados do Brasil estão entre os mortos. A organização tem 200 desaparecidos sob os escombros.
A Cruz Vermelha haitiana estimou o número de mortos entre 45 mil e 50 mil e em 3 milhões os afetados pelo tremor, o pior em 200 anos a atingir o país. Há dezenas ou centenas de milhares de pessoas que perderam suas casas. Por causa do grau de destruição, autoridades haitianas chegaram até a afirmar na quarta-feira que o número de mortos poderia chegar a 100 mil.
População em choque
Em choque, muitos haitianos vagavam nesta quinta-feira pelas ruas de Porto Príncipel, buscando desesperadamente água, comida e remédio. "Dinheiro não vale nada agora; água é a moeda", disse um funcionário de ajuda humanitária à Reuters.
Na noite de quarta-feira, os sobreviventes dormiram nas ruas com medo de voltar para suas casas precárias. Era possível ver mulheres cantando canções religiosas tradicionais no escuro, enquanto oravam para os mortos."Elas cantam porque querem que Deus faça alguma coisa. Elas querem que Deus as ajude. Todos queremos", disse Dermene Duma, funcionária do Hotel Villa Creole, que perdeu quatro parentes.Saqueadores invadiram um supermercado danificado pelo tremor em um bairro de Porto Príncipe, levando eletrônicos e sacos de arroz. Outros tiraram gasolina de um caminhão-tanque quebrado."Todos os policiais estão ocupados resgatando e enterrando suas próprias famílias", disse Manuel Deheusch, o dono de uma fábrica de telhas. "Eles não têm tempo de patrulhar as ruas."
A Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah, na sigla em francês), dirigida militarmente pelo Brasil, voltou suas atenções para resgatar as vítimas do tremor e garantir a ordem pública nas ruas do país.
"Soldados e policiais da ONU estão em patrulha noite e dia desde que ocorreu o terremoto, para assim manter a ordem e ajudar nas operações de resgate", disse o porta-voz interino da Minustah, Vincenzo Pugliese, em comunicado divulgado na sede da ONU em Nova York.
A Minustah foi criada em 2004 pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas para restaurar a ordem depois da violenta queda e saída do país do ex-presidente Jean Bertrand Aristide. Atualmente, conta com mais de sete mil militares e dois mil policiais, além de quase 1.800 funcionários civis de diferentes países.
Ajuda internacional
Os Estados Unidos estão enviando 3.500 soldados e 300 trabalhadores da área médica para ajudar com o resgate e a segurança na capital devastada. As primeiras equipes deveriam chegar ainda na quinta-feira. O Pentágono também enviaria um porta-aviões e três barcos anfíbios, incluindo um capaz de transportar até 2.000 fuzileiros navais.A secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, disse que uma equipe militar dos EUA reabriu o aeroporto de Porto Príncipe para que aeronaves pesadas pudessem começar a trazer auxílio.
Ela prometeu assistência de longo prazo dos EUA ao debilitado governo haitiano. O Parlamento, o palácio nacional e muitos prédios governamentais desabaram e não estava claro quantos parlamentares e autoridades sobreviveram. A principal prisão também ruiu, permitindo a fuga de criminosos perigosos.
Países de todo o mundo ofereceram ajuda. O ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, disse que três aeronaves do governo francês transportando 40 toneladas de equipamentos, médicos e funcionários de segurança já haviam aterrissado no Haiti e outras duas estavam a caminho.
EUA, China e países da Europa estão enviando equipes de resgate, algumas delas com cães farejadores e equipamento pesado, enquanto outros governos e grupos de ajuda humanitária ofereceram barracas, unidades de purificação de água, alimentos e equipes de telecomunicação.
Cadáveres nas ruas
Depois do terremoto de terça-feira, seguido por três réplicas menos intensas, as ruas e praças da capital haitiana se transformam em um grande dormitório coletivo na parte da noite.
De dia, essas mesmas pessoas vagam por uma cidade onde os cadáveres apodrecem nas ruas, os feridos esperam um auxílio que não chega e ainda é possível ouvir os lamentos das pessoas presas sob os escombros dos vários edifícios que desabaram.
Corpos estão espalhados pelas ruas do Haiti / Reuters
Ao menos 1.500 corpos estão empilhados dentro e fora do necrotério do hospital geral de Porto Príncipe e caminhonetes continuam levando ao local as vítimas do terremoto de terça-feira que devastou o Haiti, informou o diretor do hospital.
Em meio a esse panorama, não há autoridade ou ordem. As pessoas se ajudam, enquanto alguns esforçados integrantes de organizações humanitárias tentam aliviar um pouco a situação.
O presidente haitiano, Rene Préval, e os membros de seu gabinete estão em Porto Príncipe, alguns até percorreram as ruas para observar pessoalmente os danos, mas não se reúnem nem tomam decisões em parte por causa da destruição de muitos dos edifícios públicos e ao fato de que as comunicações não funcionam.
Terremoto devastador
O terremoto de 7 graus na escala Richter ocorreu às 19h53 de Brasília na última terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti.
Além dos 14 soldados brasileiros mortos, a brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

domingo, 3 de janeiro de 2010

( 76 MORTOS NO SUDESTE ) Temporais no sudeste do "BRASIL" deixa saldo de 76 vítimas fatais

Estado mais afetado pelos temporais é o Rio de Janeiro, com 63 vítimas, 41 delas em Angra dos Reis



SÃO PAULO - O número total de mortos pelas chuvas que atingem o Sudeste do País subiu para 76 para neste sábado, 2. O Estado mais afetado é o Rio de Janeiro, com 63 vítimas, 41 delas em Angra dos Reis. Dez pessoas morreram em São Paulo e três em Minas Gerais.

(RASTRO TRÁGICO DE DEZEMBRO) Deslizamentos causam mortes em Angra dos Reis

(A TRAGÉDIA EM ANGRA) Chega 41 o número de mortos em Angra dos Reis


Um dia após a tragédia provocada pelas chuvas que matou, pelo menos, 41 pessoas em deslizamentos de terra em Angra dos Reis, no litoral sul do Rio, turistas assustados decidiram deixar a Ilha Grande, onde o desmoronamento de uma imensa barreira destruiu uma pousada, quatro residências de moradores e três casas de veraneio.

Mesmo com o dia ensolarado após o fim de ano chuvoso, dois saveiros partiram pela manhã da Enseada do Bananal, na Ilha Grande, com 120 turistas, os últimos que estavam na área do acidente. Cerca de 120 bombeiros, agentes da Defesa Civil e voluntários estão trabalhando na busca às vítimas na Ilha Grande e no Morro da Carioca, no continente, onde quatro corpos foram resgatados na manhã de hoje, elevando para 13 o número de mortes confirmadas no deslizamento de uma barreira sobre casas da comunidade. De acordo com a Defesa Civil, 337 pessoas estão desabrigadas na cidade, 565 desalojados e 189 residências interditadas.
Pela manhã, os bombeiros começaram a utilizar cães farejadores nos trabalhos de resgate. Mais uma retroescavadeira chegou à ilha, transportada em uma balsa. Agora, dois equipamentos desse tipo são usados na retirada de toneladas de terra e pedras que encobriram sete casas e destruíram parte da Pousada Sankay. Com cerca de 500 metros de extensão, a enseada tem 278 moradores, uma comunidade muito ligada entre si.

São Paulo

O Corpo de Bombeiros localizou no sábado o último corpo que estava soterrado no município de Guararema, na Grande são Paulo. Trata-se de um menino de 10 anos. Além da criança, dois homens, de 70 e de 45 anos e uma mulher de 22. Na sexta-feira, uma mulher foi resgatada pelo helicóptero Águia e encontra-se internada no Hospital Santa Marcelina, em São Paulo.

A cidade está com todos os acessos interditados, já que a chuva provocou a queda de uma barreira no km 75 da rodovia Mogi-Guararema, e interditou o único acesso ao município.

Em Cunha, no Vale do Paraíba, seis pessoas morreram na sexta-feira. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, as vítimas são membros de uma mesma família e já foram identificadas. São elas, Manoel Moron Rubres, 76 anos; Érica Rubres Moron, 70 anos; Mário Penha da Silva, 46 anos; Ingrid Rubres Moron, 44 anos; Eduardo Moron Silva, 15 anos e Sabrina Moron Silva, 12 anos. A única sobrevivente, Alice Moron, 41 anos, está internada em no Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, onde passou por cirurgia.

A cidade ainda continua isolada por conta de queda de barreiras e de pontes nas estradas que ligam o município a Silveiras e Paraty. No km 37, da rodovia Paulo Virgílio (SP 171), as águas do rio Jacui ainda inundam a estrada, impedindo o acesso à cidade.

Em São Luís do Paraitinga, também no Vale do Paraíba, cerca de 90 prédios tombados pelo Patrimônio Histórico estadual estão ameaçados pelas águas. Pelo menos três casarões localizados na praça Oswaldo Cruz, no centro cidade, e metade da centenária igreja matriz de São Luís de Toloza, já desabaram na manhã deste sábado, e os demais correm risco de cair. Outra igreja centenária, a mais antiga da cidade, a Capela das Mercês, também foi atingida pela catástrofe.

Desde a noite de quinta-feira, véspera do Ano-Novo, a cidade está sob as águas do rio Paraitinga, que está oito metros acima do seu nível normal. Segundo a Defesa Civil, cerca de quatro mil pessoas estão desabrigadas e isoladas. Pelo menos 60% da população, de 10,9 mil habitantes, estão sendo prejudicados direta ou indiretamente pelas chuvas.

Minas

Em Juiz de Fora, três pessoas morreram após o deslizamento de terra de uma encosta na madrugada de sexta-feira. A terra destruiu metade da residência de dois andares, localizada no bairro Cesário Alvim.

De acordo com o 4º Batalhão do Corpo de Bombeiros, cinco pessoas de uma mesma família estavam no imóvel e dormiam depois da celebração do réveillon. Um casal conseguiu escapar sem ferimentos.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

(AC/DC NO BRASIL) Fãs aguardam na frente do Morumbi o show da banda AC/DC


Muitos fãs da banda de rock australiana AC/DC aguardam do lado de fora do Estádio do Morumbi, na zona sul de São Paulo, o show que acontece na noite desta sexta-feira, dia 27.

Todos os ingressos foram vendidos para essa apresentação única da banda no Brasil. Essa turnê faz parte do lançamento do disco "Black Ice", o 15º da carreira da banda australiana, que foi bem recebido por público e crítica, principalmente por não trazer grandes surpresas.

Para abrir o show foi convocado Nasi, ex-vocalista do Ira!, que irá apresentar um set preparado especialmente para o evento, só com clássicos do rock nacional e internacional. "Não vou dar nem tempo para o público respirar, vai ser uma paulada atrás da outra. Vou tocar Clash, Stooges, Raul Seixas, Jimi Hendrix e Iggy Pop, e nos intervalos colocar alguma coisa da minha carreira-solo", afirmou. "OUÇA UM POUCO DE AC/DC"

(ARTIGOS & COLUNA) O LIMITE DO FORO DE SÃO PAULO


Por Nivaldo Cordeiro

Parece claro que os revolucionários congregados em torno do Foro de São Paulo mudaram a fase de sua ação, acelerando o processo histórico. Estão muito conscientes de que acumularam forças para ditar as regras para os inimigos políticos. Lula, no Brasil, está ignorando qualquer limite de ação. O depoimento do ex-diretor do Banco Central, Mario Torós, dando conta de como transcorreu o processo de default do Unibanco foi irônico. Afinal, ninguém mais fez pelo PT e Lula do que os banqueiros esquerdistas que o controlavam. Foram impiedosamente sacrificados pela lógica revolucionária.
O mesmo vale para as notícias em torno da Cia Vale do Rio Doce. Pouco importa que o atual administrador, o Bradesco, seja um aliado de primeira hora das forças do PT. Eles não querem mais intermediários, querem sua própria gente à frente das operações. Usam agora de todo o poder de coação, sobretudo do poder fiscalizatório e policial do Estado, bem como do controle sobre os fundos de pensão. A alta burguesia agora está sendo esmagada. Creio que esse processo vai se agravar. A CONFECOM deve ser compreendida também dentro dessa lógica. As empresas do setor sempre negociaram cordialmente com os revolucionários, sem nenhum senso de perigo. Agora não têm a quem recorrer e estão sendo inexoravelmente esmagadas.
As empresas tradicionais de conteúdo, sobretudo os jornais e TVs, sempre deram apoio ideológico e foram o cabo eleitoral maior do PT. E agora? Agora vão saber que alimentar revolucionários é como alimentar jibóia: ela cresce e come o dono.
O gesto mais notável da nova fase do processo pode ser plenamente visto na política internacional. A visita do presidente do Irã foi emblemática, feita contra qualquer critério de razoabilidade. Estamos diante de algo como Hitler fez nos anos trinta, de um eixo Brasília-Teerã-Pequim, sem nenhum constrangimento, ostensivo contra a política dos EUA. Nesse eixo incluo também a França, país que também desempenhou o papel mais ridículo da história da Segunda Guerra. De novo vemos os fatos se repetirem.
A medição de força está agora a acontecer em Honduras. Hoje a matéria de capa da Folha de São Paulo trouxe o presidente Lula declarando que não reconhecerá as eleições próximas, porque seu aliado Zelaya não foi reconduzido ao poder. Isso significa que provavelmente o Foro de São Paulo vai se engajar na derrubada do novo governo. Agora ficará claro para Obama que terá que tomar posição contra o Foro, terá que entrar em conflito. Será que teremos que esperar que o Partido Republicano retome o controle da Casa Branca ou Obama passará a agir realisticamente? Aposto na segunda hipótese.
O fato é que só os EUA têm poder para deter o processo deslanchado na América Latina, sob a liderança do PT. A nova fase trouxe também uma novidade: a vaidade. O senso de perigo dos revolucionários desapareceu. Agora as decisões serão mais rápidas e os erros acontecerão inevitavelmente, sendo o maior deles subestimar o poderio norte-americano. Historicamente quem o fez quebrou a cara. Lula e sua gente estão dispostos a pagar para ver.
Como pano de fundo do processo temos a crise mundial se desenrolando, bem como a agonia do dólar. E também a tentativa de consolidação do governo mundial. Vejo uma realidade prenhe de violência, que aponta para a guerra. Se as coisas derem errado e se não houver reações das forças políticas internas, pela primeira vez em século poderemos ter um cenário de conflitos bélicos envolvendo o Brasil em solo latino-americano. Um perigo. Bem sabemos como se entra em conflitos assim, mas nunca como deles saímos.
A pergunta é: os revolucionários poderão tudo? Não há oposição? Ora, a via eleitoral deixou de ser obstáculo ao caminho do PT, que não hesita em usar o poder de Estado contra os inimigos. Hoje as manchetes dão conta da investigação da PolíciaFederal contra o governador do GDF, José Roberto Arruda. Nenhuma força política está a salvo dos revolucionários. Obviamente que a ação policial de hoje deve ser compreendida dentro do contexto da sucessão, local e nacional. A classe política está refém do PT.
Em São Paulo, único pólo capaz de segurar um pouco as coisas, vemos a tolice da dupla José Serra/Gilberto Kassab com a sua elevação do IPTU. Não perceberam ainda que não haverá como se contrapor aos revolucionários usando das mesmas bandeiras deles. Teriam que marcar posição no campo político oposto. Bem sabemos que nem sabem mais fazer isso. Todo mundo viciou no socialismo. Não há espaço nesse campo para dois senhores e o PT é o dono exclusivo dessa bandeira. Ou seja, temos de um lado a má fé e, do outro, a burrice ajudando no processo revolucionário em curso.

(ARTIGOS & COLUNA) ELEIÇÕES EM HONDURAS



Enviado por José Carlos Leite Filho Gen ex. Há algo mais de errado, além do uso de "bolsas" para a compra de consciências... O pior cego é o que não quer ver!
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Sr. Redator
A Suprema Corte de Justiça de Honduras, em decisão SOBERANA, informou ao Congresso Nacional, nesta quinta-feira, que Manuel Zelaya responde por seis delitos, entre os quais o de "traição à pátria". O presidente do tribunal, Jorge Rivera, adiantou que Zelaya é acusado de traição à pátria, desobediência a ordens judiciais, violação de dever de funcionários e abuso de autoridade. O relatório foi entregue para nortear a decisão dos congressistas sobre a pretendida recondução de Zelaya ao governo pelos blocos de esquerda.
Serão realizadas, neste próximo domingo, eleições para a escolha do novo presidente.
Cabe portando perguntar: quem é o golpista? Por que a mídia insiste em chamar de golpista o governo constitucional de Honduras?
Contudo, enquanto isto, o ministro de Relações Exteriores, Celso Amorim, nesta quinta-feira, em Manaus, confirmou que o Brasil "não vai reconhecer" as eleições de Honduras, marcadas para este domingo.
Ou seja, parece-me que estamos diante de uma situação em que só valem e são considerados autênticos e legais os governos aprovados e patrocinados por Lula, Chavez, Moralez, Ahmadinejad e outros comprometidos com os trogloditas da esquerda.
Pedro Paulo Rocha
Eng./MSc/Econ./Prof aposentado
Rua Francisco Rocha 1150 - Curitiba

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

(DISCRIMINAÇÃO) Alunos da UnB ficam nus em defesa de Geyse


BRASÍLIA - Estudantes da Universidade de Brasília (UnB) ficaram nus hoje no campus em sinal de repúdio às hostilidades contra a estudante Geyse Arruda(fóto), perseguida por colegas da Universidade Bandeirantes (Uniban), por usar um vestido curto. Segundo os alunos, as imagens divulgadas chocaram pela "selvageria" e "barbárie". Depois de tirarem as roupas, os alunos pediram que a reitoria da UnB se manifestasse formalmente contra a direção da Uniban.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

(CRISE DIPLOMÁTICA) Novo acordo pode resolver impasse em Honduras


O presidente interino de Honduras, Roberto Micheletti, afirmou nesta sexta-feira que autorizou a assinatura de um acordo que poderia levar à restituição do presidente deposto, Manuel Zelaya, ao poder.
O acordo prevê que a decisão sobre o retorno do líder deposto seria do Congresso – um requerimento da comissão negociadora de Zelaya. Apesar disso, o acordo ainda prevê uma consulta ao Supremo Tribunal de Justiça, uma medida a que os negociadores de Zelaya se opõem, pois o órgão já havia emitido opinião contrária ao retorno do líder eleito à Presidência.
“Meu governo decidiu apoiar uma proposta que permite um voto no Congresso nacional, com uma prévia opinião do Supremo Tribunal de Justiça, para restaurar todo o poder Executivo de nossa nação à situação anterior ao dia 28 de junho”, disse Micheletti em referência à data da deposição de Zelaya.
“Eu autorizei meu time de negociadores a assinar um acordo que marca o começo do fim da situação política atual do país”, disse Micheletti.
O presidente interino afirmou ainda que o acordo criaria um governo de união nacional e levaria os dois lados a reconhecer as eleições presidenciais, marcadas para 29 de novembro. Segundo ele, trata-se de uma “grande concessão” de sua parte.
A comissão de negociadores de Zelaya não afirmou se aceitará o acordo, que parece conter o mesmo obstáculo que já ameaçou negociações anteriores: a necessidade de consulta ao Tribunal Superior de Justiça sobre o retorno do líder deposto ao poder.
EUA
Na quarta-feira, os Estados Unidos pressionaram os dois lados a chegar a um acordo para pôr fim à crise política no país antes das eleições.
Segundo o secretário-assistente para Assuntos do Hemisfério Ocidental dos EUA, Thomas Shannon, isso seria fundamental para que o novo governo do país seja considerado legítimo.
"Estamos interessados em ajudar os negociadores e líderes políticos a chegar a um acordo, necessário não apenas para Honduras, mas também para a comunidade internacional", disse Shannon, que está em Tegucigalpa.
"O tempo está se esgotando. Temos apenas um mês. Precisamos de um acordo o mais rápido possível."
"Sob o nosso ponto de vista, um acordo alcançado por meio de um diálogo nacional abre espaço para membros da comunidade internacional ajudarem Honduras no processo eleitoral, para observar as eleições e para ter um processo que seja pacífico e que produza uma liderança que seja amplamente reconhecida como legítima", afirmou.
Brasil
O governo de fato insiste que a deposição de Zelaya, em 28 de junho, foi legítima porque ele desafiou a Suprema Corte de Justiça do país que havia proibido a realização de um plebiscito para decidir se a Constituição seria modificada para permitir a reeleição presidencial.
Zelaya retornou ao país em 21 de setembro, refugiando-se na embaixada brasileira de Tegucigalpa, onde está até hoje.
Na quarta-feira, o governo interino apresentou uma queixa contra o Brasil no Tribunal Internacional de Justiça Haia, alegando intervenção em assuntos internos do país por acolher Zelaya.
Mas o governo brasileiro afirmou não acreditar que a queixa seja bem-sucedida por partir de um governo "sem legitimidade internacional".

(AMÉRICA LATINA) Colômbia assina acordo para uso de bases militares pelos EUA


Os Estados Unidos e a Colômbia anunciaram nesta sexta-feira que assinaram o acordo que dá a tropas americanas acesso a sete bases colombianas.
O ministro colombiano do Exterior, Jaime Bermúdez, disse que o conteúdo do entendimento será divulgado na semana que vem.
As negociações do acordo, em agosto, causaram mal-estar entre os vizinhos da Colômbia, como Brasil, Equador e Venezuela, temerosos quanto ao aumento da presença militar americana em suas fronteiras.
O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, teve de acionar sua diplomacia e dar ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva sua "palavra" de que o uso de bases militares pelos americanos se limitará ao território colombiano.
"Que fique claro: o que este acordo busca é acabar com o narcotráfico e o terrorismo na Colômbia. Os países vizinhos e toda a região podem ficar tranquilos", declarou nesta sexta-feira o Bermúdez em entrevista à rádio colombiana RCN.
Em nota à imprensa, a chancelaria colombiana garantiu que as operações americanas se darão "com base nos princípios de respeito total da igualdade soberana, integridade territorial e não-intervenção nos assuntos internos dos outros Estados".
Um dos maiores críticos da negociação colombiana com os Estados Unidos foi o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
Em agosto, o líder da Venezuela taxou o acordo de "ameaça" à integração regional, e disse que, com a aproximação, os Estados Unidos desejam manter os olhos sobre a Amazônia brasileira, o petróleo venezuelano e o Aquífero Guarani, no Cone Sul, considerado a maior reserva de água doce do mundo.